"Ó século que passas na esquina do tempo, deixa-me para trás.
Ó tempo que morres nos meus sentimentos deixa-me chorar."

F0 - Daybreakers

>> 9 de Fevereiro de 2010

Daybreakers

Ficha Técnica:
Realização - Michael Spierig, Peter Spierig
Argumento - Michael Spierig, Peter Spierig
Direcção de Fotografia - Ben Nott
Montagem - Matt Villa
Música Original - Christopher Gordon
Elenco - Ethan Hawke, Sam Neill, Willem Dafoe

Sinopse:
Depois de uma praga assolar a raça humana, a maioria foi transformada em vampiros e, agora, a fonte de alimento, os restantes humanos, começam a escassear.

Pescoços, para que vos quero:
Não há como negá-lo, os vampiros estão outra vez na moda. Depois de um revivalismo a meio dos anos 90, muito graças a Coppola e Neil Jordan, os seres sobrenaturais estão outra vez em alta. Até podia dizer que voltaram a ver a luz do sol, mas isso era só ser parvo.
A premissa até era boa, a presença de Ethan Hawke e Willem Dafoe até era promissora, mas no fim do filme ficamos com apenas um pergunta em mente: porquê?
Porquê mais um filme de vampiros?
Porquê meter Hawke,que, venha quem vier, é muito bom actor, ao barulho?
Porquê dois realizadores para fazer um filme que podia ser dirigido pelo realizador de qualquer uma das séries de vampiros portuguesas?
Porquê?
É só mesmo mais um filme pastilha elástica que se vê uma vez e se esquece nos vinte minutos seguintes.

O Bom:
Ao menos os vampiros ainda derretem com o sol e não brilham como umas drag queens emo; salva-se o poster, que apesar de não ser um prodígio das artes gráficas, pelo minimalismo, era mais bem aproveitado num filme melhor.

O Mau:
Não há muito que salve este filme, mesmo com Ethan Hawke, que faz um vampiro mais ou menos credível, e com Willem Dafoe, que podia muito bem fazer, mais uma vez, o papel de vilão, e que, assim, não passa de mais um nome para enfiar nos créditos finais.

Trailer:


Site Oficial

IMDb

Na Conta:
Oito bloody maries e meio, só porque me irritou profundamente não se fazer um filme de jeito com a esta ideia, que até era boa (8,5/20)

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Given to fly in California

>> 6 de Fevereiro de 2010

É engraçado aquilo que, às vezes não damos conta e está mesmo à nossa frente.




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F0 - The Road

>> 24 de Janeiro de 2010

The Road

Ficha Técnica:
Realização - John Hillcoat
Argumento - Cormac McCarthy, Joe Penhall
Montagem - Jon Gregory
Direcção de Fotografia - Javier Aguirresarobe
Música Original - Nick Cave, Warren Ellis
Elenco - Viggo Mortensen, Kodi Smith McPhee, Charlize Theron, Robert Duvall, Guy Pearce

Sinopse:
Num cenário pós-apocalíptico um homem tenta proteger o filho a todo o custo.

A Vida Na Estrada É Dura:
Quem espera encontrar aqui um filme ao estilo de «Mad Max» e outros filme que retratam o dia-a-dia pós-apocalíptico como algo dominado por maluquinhos de mota à procura de uma boa maneira de passar este tempo desregrado, desengane-se. Sim, há maluquinhos; sim, o filme passa-se num tempo incerto e nunca chegamos a saber a razão do estado do nosso planeta; sim, os recursos são escassos e cada gota de combustível ou pedaço de comida é uma razão de luta até à morte.
Mas aquilo que faz este filme parecer mais sombrio e tenebroso do que a maioria de filme dedicados a este tipo de temas é a aproximação demasiado assustadora daquilo que, facilmente, poderia ser a realidade; ou seja, aquilo que aqui vemos poderá muito bem ser uma previsão do que aí vem.
Sem dúvida é um filme muito bem feito, ainda que recorrendo ao tradicional truque da personagem principal como narrador. Ainda assim, vale a pena reservar um pouco mais de hora e meia para ver este filme com olhos de ver.

O Bom:
Filme realista que deixa de lado grandes sequências de acção para se concentrar no que realmente interessa; a tensão de certos momentos.

O Mau:
Nada de muito grave, apesar da personagem principal ser o narrador.

Trailer:


Site Oficial

IMDb

Na Conta:
16/20

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Melhor frase de todos os tempos

>> 22 de Janeiro de 2010

30 Rock

Liz Lemon: How drunk are you?
Jack Donaghy: A lot to very.

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Melhor frase de todos os tempos

Resposta de uma mulher à pergunta sobre o melhor conselho sexual que podia dar a um homem:

"Procurem o homem na canoa!"

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F0 - Collapse

>> 17 de Janeiro de 2010

Collapse

Não menosprezando o género do documentário, não achei necessário ir buscar fichas técnicas e coisas do género acerca deste filme.
Este filme vale pelo conteúdo.
Podem ver este filme e achar que é um monte de balelas. E, se tiverem o mínimo de espírito crítico acerca da sociedade à vossa volta, vão chegar ao fim desta quase hora e meia com um friozinho no estômago porque se apercebem que todos os argumentos apresentados ao longo do documentário são mais que válidos.
Se gostam de teorias de conspiração, ambientes de desconfiança acerca do que vos rodeia e têm uma visão do mundo um pouco diferente daquela que vos põem à frente dos olhos, vão adorar este filme.
Se olham para estas figuras como maluquinhos, se acreditam em tudo que vêem nos jornais e telejornais, se ainda acreditam que o pessoal que está à frente das maiores nações do mundo, e mesmo da nossa, lá estão para servir os interesse dos cidadãos comuns e se são umas ovelhinhas no meio do rebanho, evitem isto a todo o custo.



OBRIGATÓRIO.

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F0 - Avatar

Avatar

Ficha Técnica:
Realizador - James Cameron
Direcção de Fotografia - Mauro Fiore
Argumento - James Cameron
Montagem - James Cameron, Josh Refoua, Stephen Rivkin
Música Original - James Horner
Elenco - Sam Worthington, Zoe Saldana, Sigourney Weaver, Stephen Lang

Afinal os extraterrestres são azuis e não verdes:
Não haja dúvida que fique que este era, provavelmente, o filme mais antecipado do ano.
Mesmo não tendo a experiência do 3D, este filme é, realmente, um deleite para os olhos, ainda que tenha uma falha ou duas (por exemplo, termos a sensação que estamos a ver cenas filmadas em chroma key dos anos 90).
Se bem que James Cameron diga que veio revolucionar os métodos de filmagem, não nos podemos esquecer que o motion capture tenha sido extensivamente usado por Andy Serkis usou para dar vida ao inesquecível Gollum e às personagens do jogo «Heavenly Sword».
Passando à frente, o argumento deste «Avatar» não é nada de novo ou especial. Ainda assim, é inegável a empatia que sentimos pelos Na'vi, pelo menos quem tenha um sentido ecológico minimamente desenvolvido, pela sua empatia pelo planeta onde vivem e pela sua adoração e respeito por todas as formas de vida que consigo coabitam.
Mas ainda que a filosofia de vida destes gigantes azuis seja quase perfeita, isso não me conseguiu distrair do argumento, não diria fraco, mas, com pontos que mereciam ser mais explorados e outros que deviam ser esquecidos.
Mais uma vez, este filme é um orgasmo visual, pelo menos na sua maior parte, e, dando o braço a torcer, pode vir a revolucionar a maneira de rodar um filme (se fosse um actor famoso, neste momento, estar-me-ia a borrar de medo, já que, no futuro, qualquer um poderá dar corpo a uma personagem a quem poderemos dar a cara que nos bem apetecer).
O pior aspecto do filme será mesmo a parte do argumento não conseguir acompanhar o espectáculo visual e o facto de a James Cameron ter sido introduzida à força a ideia que «Titanic» foi um grande filme só porque foi um dos filmes mais rentáveis de sempre, teve o maior número de nomeações para os Oscar, a par de «All About Eve», e dessas nomeações ganhou 11, a par apenas de «Ben-Hur» e «Lord of the Rings: Return of the King», filmes muito superiores em todos os aspectos, apesar do filme ser apenas uma mistura de romance, comédia romântica e dramalhão insonso...
Ainda assim, é uma boa maneira de passar uma tarde de fim-de-semana, com a manta em cima das pernas e um bom balde de pipocas.

O Bom:
O espectáculo visual; a filosofia de vida dos Na'vi; a excelente caracterização da raça humana como os maus da fita que realmente somos.

O Mau:
O argumento não está ao nível da imagem; há aspectos que podiam ser mais bem explorados, o que, com certeza, será explorado por mais que certas futuras sequelas.

Trailer:


Site Oficial

IMDb

Na Conta:
17 pela imagem; 14 pelo resto (15,5/20)

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A Tasca do Seagal - Gamer + Law Abiding Citizen

Gamer + Law Abiding Citizen

Perguntam vocês porque raios escolhi eu estes dois filmes.
Simples: Gerard Butler a provar que, apesar de ficar para sempre marcado como o rei espartano no filme que mais confusão provocou nas mentes masculinas heterossexuais ("porra, mas este filme tem porrada e sangue com fartura, e temos mesmo que estar a ver 300 gajos todos oleados a lutar contra o exército dum drag queen gigante???"), tem já lugar assegurado como um bom protagonista de filmes de acção. Arriscava mesmo a dizer que, se ficar bem de cabeça rapada e escolher bem os papéis, poderá mesmo ser um próximo Bruce Willis.

Passando à vaca fria.

«Gamer» não vale tanto pelo papel de Gerar Butler ou pelo filme em si, mas pelo conceito e por ver Michael C. Hall (sim, o mesmo de «Dexter») a fazer o que faz melhor, o papel de psicopata.

Imaginem um mundo em que, em vez dos típicos jogos on-line ou do Second Life, controlavam pessoas reais em cenários reais tendo interacções alucinadas, ou, em vez de estarem horas colados no «Call of Duty», pudessem controlar prisioneiros condenados à morte em batalhas bélicas dignas dos melhores fps. Agoram ponham a cara do Dexter Morgan no corpo do inventor destes jogos
Vejam.



Depois temos «Law Abiding Citizen». Um género muito diferente, o mesmo protagonista e a fórmula batida do super-agente cujas mulher e filha são assassinadas.
Isto dito assim pode desinteressar alguns de vocês. Digo-vos já que o fim é algo previsível.
Ainda assim, o filme vale pelo princípio cru e desenvolvimento da personagem principal ao longo do filme. Se há coisa que este tipo não tem é remorsos ou amarras morais que atrasem a sua vingança. E a vingança do homem é implacável.
Se os argumentistas e realizadores deste filme tivessem um terço da qualidade da trilogia «Bourne», isto poderia ter-se tornado num dos grandes filmes de acção dos anos 00.


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A Tasca do Seagal - Twilight Saga: New Moon

Depois de uma temporada jeitosa sem posts sobre Cinema, vamos lá despachar esta bela treta.

Se, pelos excertos que me dei ao penoso trabalho de ler em variados sites, os livros da senhora Meyer estão para a literatura como os «Malucos do Riso» estão para a comédia, os filmes da "saga" Twilight estão para o Cinema como o Fernando Rocha está para o pensamento filosófico.

Quando até o protagonista destes pseudo-filmes goza com a autora dos livros, quem sou eu para discordar? Pura e simplesmente, isto é um belo conjunto de lixo literário/cinematográfico. Falando do filme, tem tantos buracos no argumento como o proverbial queijo suíço; os actores principais são tão bons que, para distrair o espectador da sua qualidade, andam metade do tempo meios nús...
Deixando-me de rodeios, se este filme vos agradar e tiverem mais de 13 anos ou já tiverem passado a fase da puberdade, metam-se na fila, olhem para trás e se não virem ninguém, não se admirem, porque estão no fim da escala evolutiva... pelo menos mental.

Este filme é tão bom, tão bom, tão bom, que nem me dei ao trabalho de estar a procurar trailer ou poster...

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Joel, esta é para ti.

>> 9 de Janeiro de 2010

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Uma nova década

>> 4 de Janeiro de 2010

Quem diria que esta década dos anos 00 ia passar tão depressa.

Nesta altura costumam fazer-se balanços de tudo e mais alguma coisa: é o melhor do ano disto, o pior do daquilo... Ainda por cima, com o fim da década, os tops duplicam, triplicam...
Sinceramente, estes tops, a mim, já pouco me dizem. São sempre influenciados pelos pontos de vista (se não for por coisas piores) de quem os faz e quase nunca são imparciais.
E, sinceramente, olhando para trás, e à excepção de certas inovações tecnológicas, o que é que esta década trouxe de bom?
Fica a pergunta. Já agora, deixem as vossas opiniões, se vos apetecer.
Tenham uma boa década.

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Mais um que promete.

>> 18 de Dezembro de 2009

Para fazer justiça...

... comecemos com uma pequena viagem: em 79, «Alien» que, literalmente, fez pessoas sairem das salas de cinema a vomitar (se não acreditam, google it); em 82 «Blade Runner», que ainda hoje é um marco obrigatório da ficção-científica; em 91 «Thelma & Louise» apresentava ao mundo um "actorzito" chamado Brad Pitt; «G.I. Jane», de 97, dava a Demi Moore de fazer o seu melhor papel; em 2000 víamos Russel Crowe sair do quase anonimato com o espectacular, o brutal «Gladiator»; 2001 seria o ano de uma das sequelas do Dr. «Hannibal»; ainda nesse ano saía «Black Hawk Down», um dos filmes do renascimento dos filmes de guerra; 2005 seria o ano em que saía «Kingdom of Heaven» (quem ainda não viu, já de rajada, aluguem, saquem, mas vejam), que, depois da trilogia «Senhor dos Anéis», é o melhor dos filmes épicos da década 00; depois disso ainda pudemos ver «American Gangster» e «Body of Lies», em 2007 e 2008, respectivamente.
Para aqueles que ainda não chegaram lá, falo mesmo de Ridley Scott. QUem ainda não viu nenhum destes filmes, dêem uma de emos e suicidem-se. Para quem conhece, sabe bem que, dentro do star-system e do blockbuster system, este é um daqueles casos de realizadores que vale mesmo a pena conhecer.
Por isso e pelo facto de voltar a pegar em Russel Crowe, este filme promete e muito:


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Trava línguas

>> 12 de Dezembro de 2009

Só para vos partir a cabeça...

... aqui estão as dez palavras mais compridas da língua portuguesa:

10º. Inconstitucionalissimamente (27 letras)
Sinônimo de anticonstitucionalissimamente

9º. Oftalmotorrinolaringologista (28 letras)
Profissional especializado nas doenças dos olhos, ouvidos, nariz e garganta

8º. Anticonstitucionalissimamente (29 letras)
Maior advérbio da língua portuguesa, significa o mais alto grau de inconstitucionalidade

7º. Monosialotetraesosilgangliosideo (32 letras)
Substância presente em medicamentos como o sinaxial e o sygen

6º. Hipopotomonstrosesquipedaliofobia (33 letras)
Doença psicológica que se caracteriza pelo medo irracional (ou fobia) de pronunciar palavras grandes ou complicadas

5º. Dimetilaminofenildimetilpirazolona (34 letras)
Substância ativa em vários comprimidos para dor de cabeça

4º. Tetrabrometacresolsulfonoftaleína (35 letras)
Termo específico da área de química

3º. Piperidinoetoxicarbometoxibenzofenona (37 letras)
Substância presente em medicamentos como o Baralgin

2º. Paraclorobenzilpirrolidinonetilbenzimidazol (43 letras)
Substância presente em medicamentos como o Ultraproct

1º. Pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiótico (46 letras)
Relativo a uma doença pulmonar aguda causada pela aspiração de cinzas vulcânicas

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Palhaços!

Eu que tenho andado, por razões muito justificadas, desligado do mundo televisivo português, deparo-me, sem querer com isto



e pergunto-me a quantos passos estamos daquelas assembleias asiáticas em que anda tudo à "batatada".

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Para aqueles

>> 11 de Dezembro de 2009

... que andam a estranhar a falta de posts nestes últimos tempos, não estranhem tanto assim e estranhem menos que, daqui em diante esta falta se mantenha por algum tempo.

É que começou hoje a minha vidinha como pessoa um pouco mais adulta; mas só um bocadinho, porque, lá no fundo, é como dizia a outra: "as festas mudam mas o boneco é sempre o mesmo. Pois, a partir de hoje podem-me chamar vendido à vontade, já que comecei a trabalhar para o the man. Ah, pois é! É preciso ganhar uns cobres, chegar ao fim do mês sem ter que andar a vasculhar os bolsos... Esta merda anda má para todos...
E já que pego neste assunto, tomem lá um trailer que é bom, especialmente para quem ainda vai na cantiga dos governos e das televisões e pensa que a crise está a acabar, que a recessão está quase no fim, que isto está a começar a melhorar... E se alguém tiver este file ou souber de alguma maneira, nem que seja um pouco menos que legal, de arranjar este filme, deixem um comentário com um link ou qualquer coisa que me ajude a encontrar este documentário, porque é mesmo daqueles que eu quero ver.

COLLAPSE Official Trailer HD from 42West Digital on Vimeo.



Num tom menos negativo posso apenas prometer que, sempre que possível continuarei a dar seguimento ao blog. A minha bola de cristal deixa-me antever que o balcão dos filme andará um bocado mais vazio, o que também significa que a qualidade poderá aumentar já que a disponibilidade será menor e os filmes mais bem escolhidos.

Bem, amiguinhos, saravá, um abraço e um presunto de chaves, e ólueis uátxe gud muves.

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Fuck me sideways!

Se conduzem, andam a tirar a carta, apanham boleia dos amigos ou simplesmente são peões, este vídeo é de visionamento obrigatório:

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F0 - 2012

>> 8 de Dezembro de 2009

2012

Ficha técnica:
Realização - Roland Emmerich
Argumento - Roland Emmerich, Harald Kloser
Direcção de Fotografia - Dean Semler
Montagem - David Brenner, Peter S. Elliot
Música Original - Harold Kloser, Thomas Wander
Elenco - John Cusak, Amanda Peet, Chiwetel Ejifor, Thandie Neewton, Oliver Platt, Danny Glover, Woody Harrelson


Sinopse:
2012 é apontada, em várias religiões, como uma data importante para a Humanidade. Alguns apontam-na como a data do fim do mundo, alguns como uma data de viragem...

O Mundo Está Mesmo Para Acabar:
Este é o filme que promete relançar os filmes-catástrofe. E assim como «Twilight» (blargh... blargh...) parece estar a relançar os filmes de vampiro, este «2012» também parece estar a conseguir relançar os filmes do "ai, Jesus, que isto está tudo a desmoronar-se".
Se o teaser (que não pôr aqui, já que me parece publicidade enganosa) parecia oferecer muito, o filme dá-nos muito, muito pouco.
Peguem em «Independence Day» e tirem-lhe os extraterrestres; peguem em «Armageddon» e tirem-lhe o asteróide gigante; juntem tudo numa grande amálgama desconexa de explosões e catástrofes e temos «2012».
Se virem o filme do princípio ao fim sem terem a sensação de que já viram isto noutro lado, é porque nunca viram nenhum dos filmes acima mencionados e mais uns poucos dentro do género.
«2012» deixa um amargo de boca no fim; tudo acontece naquele milésimo de segundo final em que tudo se resolve; as leis da física, pura e simplesmente, não se aplicam, nem mesmo dentro do universo cinematográfico...
Resumindo, até para despachar, porque não vale mesmo a pena, este filme é apenas um exercício de estilo onde dominam os efeitos especiais e pouco mais, um filme que poderia muito bem ter sido realizado por Michael Bay, se este não estivesse dedicado a desconstruir o universo de robots transformáveis que popularam a infância de muitos de nós. Explosões, helicópteros e bandeiras americanas incluídas.
E pensar que esta é uma obra do homem que realizou «The Day After Tomorrow»...

O Bom:
Os efeitos especiais, topo de gama; Woody Harrelson, que, ainda assim, do pouco que aparece, é a melhor prestação de todo o filme.

O Mau:
Tudo, das prestações dos actores, mesmo os melhores, até à ao "esticar da corda" de tudo a acontecer no último instante.

Trailer:


Site Oficial

IMDb

Na Conta:
Oito águinhas mornas e meia, que, com toda a certeza, só agradarão a quem nunca tiver visto outros filmes do género (8,5/20). Sim, porque já vimos que efeitos especiais, por muito bons que sejam, não fazem um filme.

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À letra...

>> 6 de Dezembro de 2009

... estes seriam os pequenos sacristãos, ou os sacristãezinhos...

Joel, esta é para ti.



É engraçado que, musicalmente, lembram-me os Dog Fashion Disco, mas aquela voz só me lembra American Head-Charge.

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Lindo!

>> 29 de Novembro de 2009

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Como recriar uma obra-prima já por si genial

>> 27 de Novembro de 2009

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WHAT THA FUCK???

>> 20 de Novembro de 2009

Não sei se mesmo o Chuck Norris conseguia bater qualquer um destes tipos...

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3rd Side Records apresenta...

... 8 brutais bits de perversa loucura divertida!

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